Poesia do amor

Meu amor é de cantos e barrancos.
De quintas e avenidas e ruas sem 
saída.
 Estou de pés e mãos atados
 e não sei se estou à espera de um alcance 
ou de uma chance comigo,contigo,sei lá.

Em busca do amor,saí e me perdi.
Talvez no tempo,talvez na vida.

Talvez seja minha sina e por isso,
esta poesia.

Às veses nos comprometemos com 
o amor.Às veses com o coração ou 
às veses tudo é em vão.
Às veses,basta um beijo de amor...

Às veses somos forçadaos pelo destino 
a nos comportar como um tal num dia ensolarado
e com o astral climatizado,apenas em busca de um amor encontrado na falta ou na saudade.

Uma saudade que roça mas não se encosta,
que queima mas não aconchega.

Um amor de almas e calmas ao notar 
que a vida passa numa fração de segundos
a sentir um amor profundo.

Se a fantasia acabar com o raiar do dia,
aguarde pela tarde ou pelas estrelas que 
ansiosas pela explosão dos amores 
mais intergaláticos e merecedores de um 
tempo certo onde tudo parece asmatico e 
lunático,sorria.
Um breve sorriso que antecede a mais mágica
forma de amar e no conforto das palavras,digo:
Meu amor!
Enfim,dou-me conta de que não há fantasmas,tristezas ou sentimentos banais.
O que são sentimentos eternos e reais?

                                  
                             Milena Jane Maluf

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